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No topo | J. VELLOSO


Nascido em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, o cantor, compositor, produtor musical, diretor artístico e agitador cultural J. Velloso completou este ano 37 anos de carreira.

Como compositor, teve suas canções gravadas por artistas renomados como Maria Bethânia, Gal Costa, Daniela Mercury, Beth Carvalho, Jorge Vercillo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Joanna, Zezé Motta, Vânia Abreu, Belô Velloso, Margareth Menezes, Roberto Mendes, entre outros grandes nomes da música brasileira.

Como produtor musical, tem sua assinatura em diversos registros fonográficos, como “Diplomacia”, de Batatinha (contemplado com o Prêmio Sharp, em 1999); “Humanenochum”, de Riachão (indicado ao Prêmio Grammy, em 2002) e “Dona Edith do Prato e Vozes da Purificação” (contemplado com o Prêmio Tim de Música, em 2004). Na sua discografia, como artista solo, tem três discos lançados: “Aboio para um Rinoceronte”(2004), que contou com as participações especiais de Maria Bethânia, Caetano Veloso, D. Edith do Prato e Vozes da Purificação, Mariene de Castro, Riachão, D. Canô, Roberto Mendes e Alabês do Gantois; “J. Velloso e os Cavaleiros de Jorge” (2009) e “Não Sei se te Contei” (2018), além de um livro-CD “Santo Antônio e outros Cantos” (2010).

Como diretor artístico de shows, J. Velloso foi responsável por “Ela Disse-me Assim” de Gal Costa, e “Claridária”, de Daniela Mercury , em Cabo Verde.

Na sua trajetória profissional, o artista Santo-Amarense, teve seu reconhecimento artístico registrado em diversas premiações. Em 1999, o disco “Diplomacia” (EMI) do sambista baiano Batatinha, produzido por J. Velloso e Paquito, foi o vencedor Prêmio Sharp de melhor disco de samba. Com o disco “Humanenochum” (Trama) do sambista Riachão, também produzido por J. Velloso e Paquito, teve a indicação ao Grammy Latino em 2002. O álbum “D. Edith do Prato e Vozes da Purificação” (Quitanda/Biscoito Fino), produzido por J. e relançado pela Biscoito Fino em 2004, foi vencedor do prêmio Tim de Música de 2003. Em 2005, o CD “Abre Caminho” da cantora Mariene de Castro, foi escolhido como o Melhor Disco Regional no Prêmio TIM. Em 2007 J. Velloso foi indicado ao Prêmio Tim de Música, na categoria “Melhor Canção”, com “Kirimurê”, interpretada por Maria Bethânia, no CD “Mar de Sophia”. Em 2008 concorreu no “Festival Nacional Vale Curtas” em Petrolina/PE, na categoria “Melhor Videoclipe”, com o videoclipe “Santo Antônio” (CD Aboio para um Rinoceronte - 2004). Em 2013 J. Velloso recebeu o título de Embaixador da Paz na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Viena/Áustria, das mãos de Peter Haide, Presidente da Confederação Mundial da Paz e Membro Oficial da ONU.

O mais recente projeto de J. Velloso foi realizado em parceria com a banda “Recôncavo Experimental”, o projeto “J. Velloso e Recôncavo Experimental”, resultando em dois singles: “Vida Chula”, composição de J. E Gustavo Caribé e a releitura de “Santo Antônio” canção de autoria de J. Velloso e que ficou mundialmente conhecida na voz da cantora Maria Bethânia.

Sobre a banda Recôncavo Experimental, a mesma é oriunda também de Santo Amaro, foi idealizada pelo baixista Gustavo Caribé, sobrinho do renomado artista Roberto Mendes e nasceu da ideia de experimentar a mistura das diversas variantes musicais com a tradição do samba de roda, com novas texturas e distorções, sendo uma tradução moderna das chulas do Recôncavo da Bahia, sem ferir a oralidade, que é a essência desse trabalho. O artista J. Velloso, por sua vez, agrega sua voz, suas experiências e sua forma singular de compor, dando origem a um projeto irreverentemente fincado na tradição.

Para saber mais informações sobre o artista , acesse o site www.jvelloso.com.

(NOTA: Algumas informações e trechos desta matéria foram embasados ou retirados da Biografia oficial do artista, concedida por sua assessoria, representada pela produtora Mirella Medeiros).




Fernanda Noronha
Cantora e compositora

 
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